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"O cinema pode preservar a nossa memória coletiva"

Acreditamos profundamente no poder das histórias. O cinema tem uma capacidade única de eternizar culturas, tradições e formas de estar que muitas vezes se perdem com o tempo.

Ao contar histórias ligadas à nossa realidade insular, estamos também a preservar a nossa memória coletiva. Estamos a criar representações contemporâneas da Madeira que dialogam com o mundo sem perder autenticidade.

É importante que as novas gerações se vejam representadas no ecrã e que o exterior conheça a Região através de narrativas reais, humanas e artisticamente relevantes.

"Tudo começou através de uma curta-metragem. Na altura, ainda não existia a ideia formal de criar uma produtora, mas já existia uma vontade muito forte de fazer cinema a partir da Madeira e sobre a Madeira."

O João Brás, enquanto realizador, já estava a desenvolver o pensamento para uma longa-metragem "MÃE" e o Diogo Teotónio acabou por se juntar ao projeto numa fase seguinte, trazendo também uma visão estratégica e de produção para aquilo que poderia crescer para além de um único filme.

"Foi um processo muito orgânico."

 

Primeiro surgiu o trabalho criativo, depois a colaboração, e só mais tarde apareceu a necessidade de dar identidade ao projeto.

A Neblina nasce precisamente desse percurso.

A Neblina nasce da vontade de olhar para a Madeira para além da imagem turística normalmente associada à Região.

 

"Vivemos num território com uma identidade muito forte, cheio de memória, tradições, paisagens humanas e naturais únicas."  

Sentimos que havia espaço e necessidade para criar uma produtora que utilizasse o cinema como ferramenta de valorização cultural e projeção internacional da Região.

A essência da Neblina está precisamente nisso: revelar a Madeira e o Porto Santo ao mundo através da sétima arte.

O nome apareceu apenas depois da finalização da longa-metragem. Sentíamos que o projeto precisava de uma identidade que refletisse aquilo que somos e a forma como vemos a Madeira.

A neblina faz parte da paisagem e do imaginário da ilha — a névoa, o tempo, a atmosfera misteriosa das montanhas e das florestas. Mas também gostamos da ideia da neblina enquanto algo que se espalha lentamente, de forma silenciosa, até ocupar espaço.

De certa forma, é assim que vemos o nosso percurso: um crescimento gradual, consistente e ligado à identidade do território.

"Sempre à procura de novas narrativas"

Existe um enorme potencial para posicionar a Madeira como um destino qualificado para produções audiovisuais internacionais.

Temos condições naturais extraordinárias, diversidade paisagística, segurança, acessibilidade e uma identidade visual muito própria. Mas queremos ir além da componente logística. O objetivo é contribuir para um verdadeiro ecossistema criativo sustentável.

Isso significa estimular novas narrativas, formar talento, criar oportunidades para profissionais locais e fomentar impacto cultural, social e económico na Região.

"Criar obras que dialogam com o mundo inteiro"

O nosso compromisso é claro: transformar a Madeira num lugar onde se criam, contam e partilham histórias com significado e alcance global.

Queremos ver a Região afirmada no panorama audiovisual contemporâneo como um território de criação artística relevante. Acreditamos que o cinema pode ser um motor cultural e económico, mas também uma forma de fortalecer identidade, pertença e imaginação coletiva.

A Neblina quer fazer parte dessa transformação — criando obras que nascem da Madeira, mas dialogam com o mundo inteiro.

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